Nossa História
No ano de 1935, no distrito de Vale Vêneto,
Pe. José Pivetta e
Pe. Valentim Zamberlan peritos em taxidermia iniciaram o Museu taxidermando um quati, que ainda faz parte do acervo do mesmo.
Aos poucos, o museu foi crescendo, até que, em 1943, lhe foi destinada uma sala.
Em 1959, por falta de espaço em Vale-Vêneto, houve a transferência para o Colégio Máximo Palotino, em Santa Maria, permanecendo por cinco anos, semi-abandonado, porque não havia salas próprias e um responsável, que assumisse seus cuidados e direção.
Por outro lado, em 1964, o
Pe. Daniel Cargnin, que zelava pelos alunos internos do Patronato Agrícola Antonio Alves Ramos, dava início a um museu neste estabelecimento de ensino, coletando objetos variados e fósseis nos arredores de Santa Maria.
Mais tarde, Daniel Cargnin transportou o museu do Colégio Máximo Palotino para o Patronato Agrícola Antonio Alves Ramos, formando um único museu com o nome de Museu Vicente Pallotti.
No dia sete de janeiro de 1965, o museu recebia o primeiro fóssil, escavado no famoso Cerro da Alemoa, próximo à cidade de Santa Maria. A partir desta data, o seu crescimento se tornou célebre, graças, especialmente, aos esforços de Daniel e Abraão Cargnin.
No ano de 1972, foi destinado um espaço um pouco mais amplo para receber o acervo do Museu Vicente Pallotti.
Do ano 1972 até 1994, o museu recebeu varias doações dos padres palotinos e da comunidade em geral e coletas de sítios: arqueológico e paleontológico. No decorrer destes anos, o Museu Vicente Pallotti transformou-se em um grande
“depósito de objetos” e por este motivo, todo o acervo encontrava-se em precária conservação.
Então, no ano de 1994, com o intuito de resolver o problema estrutural do museu foi dada a sua primeira fase de organização que se estendeu até o ano de 1998, com muito esforço e varias tentativas, obtiveram-se assim algumas melhorias.
No ano de 1998, iniciou-se a segunda fase da organização, processo um pouco mais lento, devido particularidades museológicas.
A Sociedade Vicente Pallotti, proprietária e mantenedora do Museu, no decorrer destes anos, e na medida do possível, investiu e ainda destina preciosas somas nesta nova estruturação do Museu Vicente Pallotti.
Atualmente o museu está sob a Presidência Ir. Reik e a Direção de Danieli Sanches.
Mas, é de grande relevância citarmos aqueles que um dia fizeram parte do Museu Vicente Pallotti da melhor forma possível. Dentro de suas realidades lutaram pelo Museu, pessoas como: Pe. Clementino Marcuzzo, Pe. Vicente Pillon, Pe. Arnaldo Giuliani , Pe. Valmor Righi e Pe. Roque Groth. Estes, entre tantos outros, que, mesmo indiretamente, contribuíram para o crescimento do Museu Vicente Pallotti.